Tabela INSS 2019

A Tabela INSS 2019 já foi liberada, exatamente como é feita todos os anos pelo Ministério da Previdência Social para ajudar o cidadão brasileiro com relação ao recebimento dos benefícios.

O INSS é um órgão criado pelo Governo Federal para o recolhimento de taxas do trabalhador, através desses valores é que são pagos os benefícios de auxílio doença, pensão por morte, salário família, salário maternidade, aposentaria e outros.

Ou seja, o cidadão contribui para ter direitos a esses benefícios citados.

Todavia, é importante salientar que a tabela de contribuição do INSS muda de acordo com a categoria. Vamos ver à seguir:

Como funciona a tabela INSS 2019 para contribuição?

Através desses dados, é possível fazer o cálculo de quanto será a contribuição para o INSS, todos os trabalhadores com carteira assinada tem essa porcentagem descontada de sua folha de pagamento. Aqueles que são autônomos, devem pagar uma guia separada para a previdência se quiserem gozar dos benefícios oferecidos.

As alíquotas de contribuição do I NSS sofreram reajustes para 2019, confira como ficou:

  • Até 693,72 = 8%
  • De 693,73 a R$ 2.822,90 = 9%
  • De R$ 822,91 a R$ 5.531,31 = 11%

Contribuintes individuais e facultativos tem taxas diferentes:

  • Até R$937,00 – 5%
  • Até R$ 937,00 – 11%

* Ambas sem direito por aposentadoria por tempo de contribuição e nem a certidão de tempo de contribuição;

  • De R$ 937,00 a R$ 531,31 = 20%

Nesse caso, o contribuinte paga uma guia separada, geralmente são profissionais autônomos que não tem registro em carteira.

Informações atualizadas da Tabela do INSS 2019 para o pagamento?

Para quem é beneficiário do INSS, a tabela é uma espécie de calendário onde cada categoria vai verificar a data que será pago o benefício em questão.

Na verdade, esses dados não são lançados de forma aleatória, são levados em conta a última numeração do cartão do cidadão.

A tabela possui duas partes, a primeira é destinada aos aposentados, pensionistas e outros beneficiários do INSS que recebem até um salário mínimo.

A outra parte, é para benefícios superiores a um salário mínimo.

Tabela INSS

Na verdade, nesse quesito, não foram alteradas as datas de recebimento. Os beneficiários que recebem até um salário, continuam sendo os primeiros a sacar os valores, nos primeiros 5 dias úteis do mês, o salário está disponível.

Todavia, aqueles que recebem mais de um salário, recebem nos primeiros úteis do mês seguinte.

Para obter as informações atualizadas com relação ao recebimento do benefício é indicado procurar uma agência do INSS ou ligar no 0800-726-0101.

Quem pode fazer o saque do benefício?

A Previdência enfatiza que o próprio beneficiário deve sacar o dinheiro do benefício. No entanto, se ele estiver sem condições físicas, psicológicas ou mentais, pode ser designado um procurador legal para fazer isso.

A pessoa indicada para essa função deve ser aprovada pelo INSS, o primeiro passo é fazer um cadastro junto ao órgão que vai emitir uma autorização especial de recebimento e enviar o comunicado a Caixa Econômica Federal.

Até o momento, o esquema de aposentaria continua assim:

  • Mulheres à partir dos 55 anos ( trabalhadoras rurais) e 60 anos  ( urbanas) que tenham contribuído com a previdência por  30 anos;
  • Homens à partir de 60 anos ( rurais) e 65 anos ( urbanas) que tenham contribuído por 35 anos;

Entretanto, as regra de idade mínima para aposentadoria podem mudar com a reforma da previdência, assunto recorrente que está tramitando no Congresso e certamente 2019 será o ano da aprovação no novo texto que diz:

Idade mínima para homens será de 65 anos e para mulheres de 62 anos. O tempo de contribuição não será alterado, todavia, existe um novo cálculo para o valor da aposentadoria.

O novo texto da reforma da previdência também cita algumas mudanças para mulheres à partir de 45 anos e homens à partir de 50 anos, de acordo com as regras de transição, mostram normas totalmente diferentes para cidadãos dessa faixa etária.

No entanto, as regras ainda estão mudando, o projeto parou no Congresso Nacional por falta de consenso, o fato é que o déficit previdenciário está muito elevado e provavelmente, essa será uma das medidas mais urgentes a serem resolvidas pelos deputados e senadores tão brevemente.


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